sábado, dezembro 07, 2002


É verdade que não podemos evitar de errar então, pelo menos, evitemos repetir os mesmos erros

VOE MAIS ALTO


Logo após a 2ª Guerra Mundial, um jovem piloto inglês que experimentava o
seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco
depois de levantar vôo de um dos pequenos e improvisados aeródromos da
Índia, ouviu um estranho ruído que vinha de trás de seu assento.


Percebeu logo que havia um rato a bordo e que poderia, roendo a cobertura de
lona, destruir o seu frágil avião. Poderia voltar ao aeroporto para se
livrar de seu incômodo, perigoso e inesperado passageiro.


Lembrou-se, contudo, de que os ratos não resistem a grandes alturas.

Voando cada vez mais alto, pouco a pouco, cessarem os ruídos que quase
punham em perigo a sua viagem.

Se o ameaçarem destruir por inveja, calúnia ou maledicência, VOE MAIS ALTO!
Se o criticarem, VOE MAIS ALTO... Se fizerem injustiças a você,

VOE MAIS ALTO! Lembre-se sempre que os "ratos" não resistem às alturas.


Ao cabo de dez anos de aprendizagem, Zenno achava que já podia ser elevado à categoria de mestre zen.
Em um dia chuvoso, foi visitar o famoso professor Nan-in.
Ao entrar na casa de Nan-in, este perguntou:
- Você deixou o seu guarda-chuva e os seus sapatos do lado de fora?
- Evidente - respondeu Zenno. - É o que manda a boa educação. Eu agiria assim em qualquer lugar.
- Então me diga: você colocou o guarda-chuva do lado direito ou do lado esquerdo dos seus sapatos?
- Não tenho a menor idéia, mestre.
- O zen-budismo é a arte da consciência total do que fazemos - disse Nan-in. - A falta de atenção nos pequenos detalhes pode destruir por completo a vida de um homem. Um pai que sai correndo de casa, nunca pode esquecer um punhal ao alcance do seu filho pequeno. Um samurai que não olha todos os dias a sua espada, terminará encontrando-a enferrujada quando mais precisar dela. Um jovem que esquece de dar flores à sua amada, vai acabar por perdê-la.

E Zenno compreendeu que, embora conhecesse bem as técnicas zen do mundo espiritual, havia se esquecido de aplicá-las no mundo dos homens.

Mensagem atribuída ao Paulo Coelho

Monte de esterco fede - ral



Assassino do índio Pataxó agora é funcionário federal!

Rapaz que mata índio queimado é libertado, passa concurso

publico e ganha

R$6.600,00.



"Nomeado com louvor", este foi o título da reportagem do

Correio Braziliense do dia 22/12/01, a respeito da seguinte

situação:



O filho do presidente do TJDF, Bruno (aquele marginalzinho

que pôs fogo no índio pataxó), fez concurso público para o

cargo de segurança (12 vagas disponíveis; salário de

R$1.300,00; nível exigido 2º grau) e ficou em 65º lugar.



Depois do resultado do concurso, o número de vagas aumentou

para 70!



Após 12 dias no cargo, ele foi promovido a dentista do TJDF

para ganhar R$6.600,00.



O presidente do TJDF, o pai, juiz (?!) Edmundo Minervino,

ainda teve a cara-de-pau de afirmar na entrevista: "Não houve

ato ilegal nenhum".



Depois dessa vergonha toda, nós, cidadãos brasileiros,

perguntamos:



1) Se Bruno é tão bom assim, por que não fez concurso para o

cargo de dentista?

2) Por que aumentar o número de vagas exatamente para 70?

3) Como estão se sentindo as outras pessoas que foram

melhores colocadas que Bruno no concurso?

Será que, algum dia na vida, estas pessoas vão ganhar

R$6.600,00?

E os outros profissionais que já estão trabalhando há mais

tempo no TJDF?

4) O que se pode esperar de um país que tem na sua justiça um

juiz federal com esse comportamento?



E mais duas perguntas que não querem calar:



1) Que julgamento foi esse, que pena foi essa que o assassino

cruel de uma pessoa já cumpriu, já foi solto e até teve

tempo de fazer concurso e tudo?

2) Assassinos podem fazer concurso público?



O Monte de esterco fede - ral



Assassino do índio Pataxó agora é funcionário federal!

Rapaz que mata índio queimado é libertado, passa concurso

publico e ganha

R$6.600,00.



"Nomeado com louvor", este foi o título da reportagem do

Correio Braziliense do dia 22/12/01, a respeito da seguinte

situação:



O filho do presidente do TJDF, Bruno (aquele marginalzinho

que pôs fogo no índio pataxó), fez concurso público para o

cargo de segurança (12 vagas disponíveis; salário de

R$1.300,00; nível exigido 2º grau) e ficou em 65º lugar.



Depois do resultado do concurso, o número de vagas aumentou

para 70!



Após 12 dias no cargo, ele foi promovido a dentista do TJDF

para ganhar R$6.600,00.



O presidente do TJDF, o pai, juiz (?!) Edmundo Minervino,

ainda teve a cara-de-pau de afirmar na entrevista: "Não houve

ato ilegal nenhum".



Depois dessa vergonha toda, nós, cidadãos brasileiros,

perguntamos:



1) Se Bruno é tão bom assim, por que não fez concurso para o

cargo de dentista?

2) Por que aumentar o número de vagas exatamente para 70?

3) Como estão se sentindo as outras pessoas que foram

melhores colocadas que Bruno no concurso?

Será que, algum dia na vida, estas pessoas vão ganhar

R$6.600,00?

E os outros profissionais que já estão trabalhando há mais

tempo no TJDF?

4) O que se pode esperar de um país que tem na sua justiça um

juiz federal com esse comportamento?



E mais duas perguntas que não querem calar:



1) Que julgamento foi esse, que pena foi essa que o assassino

cruel de uma pessoa já cumpriu, já foi solto e até teve

tempo de fazer concurso e tudo?

2) Assassinos podem fazer concurso público?



O objetivo deste e-mail é tentar alcançar o maior número de

pessoas possível para mostrar como o coronelismo e

paternalismo ainda existem fortemente no serviço público

brasileiro.



Tomara que este e-mail chegue até ao meretíssimo (?) Sr.

Minervino ou ao Bruno

ou, melhor ainda, a algum promotor de Justiça para impedir

essa baixaria...



Repasse este e-mail!

Faça um favor para o País!



N do M:

1 tá repassado.



2 me apavora ver como outros meios de comunicação não

repercutiram isso.



3 em Brasília o escândalo foi tal que estão mudando as

regras de concursos na justiça.

Tem juiz demais fazendo isso.

1 tá repassado.



2 me apavora ver como outros meios de comunicação não

repercutiram isso.



3 em Brasília o escândalo foi tal que estão mudando as

regras de concursos na justiça.

Tem juiz demais fazendo isso.